quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Falando sério

Bem eu estive pensando em ter uma "impressão digital", para que além de artigos, videos e tirinhas que tratam exclusivamente do lado cômico que é a nossa idéia central tivéssemos também algo original só nosso. Então nossa equipe teve uma idéia genial em trazer o Falando Sério. Espero que gostem.

O Orkut e a geopolítica mundial.

Eu estava a ler meus scraps quando caí na real e notei que os sites de relacionamento como Orkut não são uma febre nos países desenvolvidos como são nos países emergentes e subdesenvolvidos onde a rede internet é difundida.

Isso se dá, dentre outros fatores, ao de que nos países desenvolvidos existe um público mais seletivo, mais valorizado culturalmente e uma mídia mais poderosa do que nos países de classes B e C. A população possui uma autoestima em média superior a do povo de países subdesenvolvidos, e essa massa descarta um site tão inseguro expositor e incompleto como é o Orkut – perdoem-me os orkuteiros de plantão – (não que eles não utilizem sites de relacionamento). No Brasil foi tentado de varias maneiras, pela Rede Globo de Televisão, frear o avanço do site - tentaram até colocá-lo na ilegalidade – mas esses não possuíam tamanha autonomia (agradeçam a globalização).

Hoje o site Orkut lidera os acessos e a maioria das pessoas entre 11 e 25 anos fazem uma utilização descontrolada dessa ferramenta o que prejudica a sua qualidade de vida, eles “desperdiçam” um tempo que poderiam estar produzindo, praticando atividades físicas e intelectuais, em frente a um computador fazendo nada alem de difundir e receptar idéias muito pouco ou quase nada produtivas, e ser vitimados pelas propagandas que fazem delas, as pessoas, muitas vezes fantoches de seus produtos. É provado cientificamente que essa alta quantidade e velocidade de informação difundida na internet danifica a memória e capacidade de assimilação dos indivíduos a ela expostos.

Fica ai o conselho: deixemos de ser tão conformados, passivos e omissos diante desses meios de lavagem cerebral. E atentar como estamos explorando demais a imagem e desvalorizando a nossa cultura, o nosso saber e as nossas experiências cotidianas, deixar de trocar vida real por virtual, e regular essa massa consumidora que surge com esses avanços dos meios de difusão de propaganda.

COSMOPOLITO (Bernardosktboard).

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